"Mamie Johnson fez isso — enfiou o dedo na garganta dela e na minha também", lamentou ele contra o meu peito. "Estávamos cheios de coisas que as pessoas nos davam para comer e não conseguíamos comer mais. Ela disse que se fizéssemos isso com os dedos, abriria espaço para mais um pouco. Ela fez isso, e eu vou morrer — morrer! "Não. Acredito que ele encontrou o bastão do diabo, como ele diz. Dentro dos terrenos da Sra. Dallas, veja bem!"!
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Grande foi a consternação em toda a região quando se soube que Maurice Alymer havia sido assassinado. O morto era bem conhecido nos salões e nos campos de caça, de modo que dificilmente havia uma pessoa importante no condado que não pudesse alegar, pelo menos, conhecê-lo de forma respeitosa. Além disso, Maurice era um daqueles homens sempre populares, e muita compaixão foi manifestada por sua morte prematura. Além disso, a maneira misteriosa como ele havia chegado ao fim, a ausência de qualquer motivo conhecido e o conhecimento de que o falecido não tinha inimigos — tudo isso se combinava para elevar a curiosidade pública ao mais alto nível. O inquérito sobre o cadáver era aguardado com grande ansiedade. "Com certeza", disse Jen, secamente. "Você vai retribuir casando com ele?"
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"E eu fico em casa e coloco as figuras nos suportes! Que legal! É muita gentileza sua." Ela interrompeu a frase com uma repentina névoa em sua alegria. "Mas talvez você não queira mesmo que eles vejam a sua figura? Eu não poderia deixar você..." "Isso me dá arrepios", ela protestou. "Não gosto. Parece funerais e fantasmas..." "Onde está o Dr. Etwald?" perguntou o major, ansioso.
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